terça-feira, 10 de dezembro de 2013

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“Cerca de cinco anos depois, um universitário estava estava enfrentando dificuldades com uma decisão. Ele se afastara da fé que lhe fora apresentada por seus pais. Ele queria retornar. Queria voltar para casa. Mas o preço era alto. Seus amigos poderiam rir. Seus hábitos teriam de mudar. Sua reputação teria de ser superada. Será que ele conseguiria fazer aquilo? Teria ele a coragem necessária? Foi então que pensei em você. Enquanto estava sentado no meu dormitório, tarde da noite, procurando coragem para fazer o que sabia ser o certo, pensei em você. Pensei em como o seu amor por Deus foi maior que o amor que tinha por sua reputação. Pensei em como sua obediência foi maior do que seu bom senso. Lembrei-me de como você se importou mais em fazer discípulos do que em causar uma boa primeira impressão . E quando pensei em você, essa lembrança tornou-se minha motivação. Então, voltei para casa. Já contei sua história dezenas de vezes a milhares de pessoas. Todas as vezes a reação é a mesma: a plateia se torna um mar de sorrisos e cabeças se inclinam em compreensão. Alguns sorriem porque se lembram dos engenheiros de camisa limpa de suas vidas. Lembram-se do vizinho que trouxe o bolo, da tia que escreveu a carta, da professora que escutou… Outros sorriem porque fizeram o que você fez. E eles também se perguntam se sua lealdade de hora do almoço valeu o esforço. Você pensou nisso. O que você fez naquele dia não foi muito. E tenho certeza de que você saiu naquele dia pensando que seus esforços haviam sido desperdiçados; Não foram. Portanto, estou escrevendo para dizer obrigado. Obrigado pela coragem. Obrigado por entregar seu lanche para Deus, assim como o menino dos cinco pães e dois peixinhos. Ele fez alguma coisa com aquilo; quele almoço se tornou o Pão da Vida para mim. Com gratidão,”

— Max Lucado

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