quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

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“Tudo aquilo era tão inacreditável que meus olhos não aceitavam ver. Eu presenciei o Rei da glória se fazer pequeno por mim. Enxerguei o Médico dos médicos, sofrer minha dor também. Vi o Criador dos céus e do firmamento chorar, ao me ver chorar. E senti o Deus de todo amor me preencher e curar, quando já não havia mais esperança alguma. Quando o mar estava bravo e as ondas me arrastavam, Deus continuou a ser Deus, embora eu não visse.”
Ser de céu.

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