quarta-feira, 7 de maio de 2014

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“Não é amor, não mesmo. Não estou pronta pra entrar nessa de novo. Porque não acho que se cure um amor falso com outro amor. O que cura a gente é o amor próprio. Ou a gente fica a vida toda dependendo dos outros pra ser feliz. E olha, a gente não manda nem na gente, as vezes, quem dirá nos outros. Mas, repito, não é amor, é só vontade de ficar perto. Como se passasse de amizade, mas não chegasse á amor. É é bom assim, colocar sentimentos demais estraga tudo as vezes. Tô bem assim, e você? Então é assim que vai ser. Um quase-amor. Detesto o “quase”, você sabe, mas o amor inteiro não deu certo.”
A menina e o violão.

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