— R. Martins
sábado, 12 de abril de 2014
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“Ela é a estrela que brilha nas minhas noites mais escuras. Ela é a minha bússola quando estou perdido no oceano da tristeza. Ela é a lua que reflete o brilho do sol quando não consigo ver luz. E se ela é a lua, Deus é o sol. Quando eu era criança, olhava para o alto na esperança de encontrar algo que um dia seria somente meu, talvez uma pequena e delicada estrelinha. Diziam-me: “Pobre menino sonhador, quem se importa com os seus sonhos?” Mas não adiantava, porque toda vez em que eu olhava para o céu, a minha estrelinha estava lá, ela continuava brilhando e fazendo-me sonhar com um futuro iluminado. Ela estava tão longe mas, ao mesmo tempo, tão perto que o seu brilho abraçava as minhas lágrimas. Agora eu não era mais o pobre menino sonhador, mas sim o pobre menino sonhador dos olhos brilhantes. Quando cresci, conheci o Criador do Universo e, ao contrário de todos, Ele se importava. Ele se importou com o meu sonho, e não só se importou como o aprimorou. Deus me deu mais do que eu pedi ou sonhei, me fez entender que não é a distância que impede a união de algo, mas sim o tempo. O Dono de todo o tempo determinou um tempo para que todos os momentos sejam eternos. E, finalmente, a minha estrelinha chegou, trazendo consigo toda a beleza e esplendor do Criador. Ela é a minha lua, a minha constelação, a minha estrelinha e agora também o meu amor.”
— R. Martins
— R. Martins
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